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Destaques

Ricardo, o coroa gostoso

Me chamo Anna, tenho 21 anos, sou loirinha, olhos castanhos, pele branquinha, seios médios rosadinhos e uma bunda pequena e empinadinha. Sou daquelas falsas magras.No prédio onde eu moro, tem um vizinho coroa com mais de 60 anos, cabelos grisalhos já, viúvo e muito simpático. A gente sempre se encontrava no elevador, ele brincava comigo, me ajudava com as sacolas, ia batendo papo, perguntava sobre a minha faculdade, ele sempre era gentil.Um dia cheguei lotada de sacolas, não tinha ninguém em casa, ele se ofereceu pra me ajudar, mandei ele entrar e dentro do meu apartamento, o velho, que a gente conhecia como Seu Ricardo, começou a me olhar com uma cara de safado, de cima a baixo, eu confesso que fiquei me sentindo a gostosona. -Agora tô observando, como você tá cada dia mais linda Anna, se fosse no meu tempo de moço, você não escapava. Eu ri e respondi que ele ainda dava um caldo, eu nunca tinha reparado nele como homem até esse dia, depois disso comecei a sentir tesão por ele, ach...

O papaizinho da Lucy

 Vim para o Brasil visitar uma amiga minha que morava na Europa, mas se mudou para uma cidade no RS. Depois de três aviões (algumas masturbadas nas alturas) e quase 200km de carro cheguei numa cidade na Serra. Minha amiga me apresentou novamente para a sua família, pois faziam quase 10 anos que não nos víamos mais. Ela me apresentou o irmão, Luigi, um moreno alto, musculoso, com olhos verdes, extremamente sensual que ao me ver me comeu com os olhos. Logo pensei: “esta aí minha presa!”, me mostrou a mãe, Cecília, uma quarentona deliciosa que já me imaginei me esfregando e, por último, o Joel, o pai dela, um cara bem bruto, alto, grande, meio loiro, barbudo, tipo aqueles lenhadores… Fiquei olhando no quão grande ele era, mas não tinha me atraído.
Como cheguei já era noite, minha amiga Lucy me levou para seu quarto. Já cheguei dizendo que nem eu e nem ela dormiríamos no chão. Afinal, eu queria passar com ela, segundas intenções... precisava me aliviar depois da viagem. Durmo só de calcinha e sutiã e a Lucy disse que sentiria frio, pois onde mora, a noite é bem fria:
– Acho que não vou sentir frio, você mais esquentar, Né, Lu?
– Quem vai te esquentar é o cobertor sua louca!
Lucy e eu já demos uns beijinhos com 11 e 12 anos, mas nunca passamos disto. Eu queria saber se aquela amiga se tornou tão curiosa como eu com alguém do mesmo sexo.
Não passou disto, aquela noite, dormi de conchinha com ela, alisando seu corpo, trocamos uns beijinhos, mas pegamos no sono.
Pela manhã, ela teria que ir no centro da cidade com a sua mãe, para resolver uma pendência de sua empresa. Só havia ficado o pai dela e eu. O Joel ficava em casa o dia todo, só saía para passear pela cidade, era reconhecido e importante por lá. Fui para cozinha de roupão deixando à mostra um pouco dos meu sutiã, ele estava lendo jornal na bancada do cozinha quando passei por ele e ele me comeu com os olhos, não resisti e soltei:
– Gostou?
Ele arregalou os olhos e respondeu:
– É muito bonita, mas tem idade para ser a minha filha.
Pensei comigo: “resistente ele! Vamos ver até onde ele aguenta!”
– Mas graças a Deus eu não sou sua filha…
Fiquei o encarando e ele deslizou o olhar dos meus peitos subindo para meus olhos e riu.
Passei o dia o provocando, usando roupas sexy, dando indiretinhas… depois que descobri que a mãe da Lucy tinha um caso com o amigo do Luigi, eu sabia que poderia atacar.
Duas noites antes de voltar, contei tudo para Lucy, disse que vinha me masturbando as últimas semanas imaginando como seria um sexo com o pai dela. Estava subindo pelas paredes, já que nem ela queria transar comigo e o irmão dela não fez nem cosquinhas em mim (o que tinha de lindo, tinha de ruim de foda). Ela me olhou surpresa e disse que o casamento dos pais era aberto. Ela prometeu me ajudar tirando a mãe e o irmão de casa. Depois que ela saiu vi que o Joel estava na garagem arrumando alguma coisa, coloquei apenas a parte de baixo do biquíni e fui pra piscina. Fiz barulho até chamar a atenção dele, quando ele percebeu meu estado, vi que o volume da bermuda subiu.
– Vem, Joel! Vem se refrescar aqui comigo!
Ele já tinha percebido que eu era bem puta, limpou as mãos de graxa e mandou eu subir.
Ele era bem grosso, adorei!
Quando cheguei no quarto dele, me joguei naquela cama enorme toda molhada e ele, bem tiozão, saiu do banheiro com aquela samba canção... Ele é muito grande, alto, porte físico de homem forte, mas zero definido, peludo, mas delicioso.
-Vem tirar esse biquíni molhado de mim, vem…
Como um animal, puxou e arregaçou minhas pernas até a beirada da cama, onde ele estava de pé, tirou a parte do biquíni praticamente rasgando ele do meu corpo, abriu minhas pernas e começou a me chupar, e como chupava bem... a barba dele roçando nas minhas coxas era enlouquecedor! Aquela língua firme no meu grelo, aqueles braços fortes me segurando, cada chupada eu me revirava, via estrelas... Não estava mais aguentando, ele ainda enfiou aquela mão enorme dentro da minha buceta! Me contorcia com a mão dele dentro de mim…
Eu pedia pra ele parar, não tinha forças, ele gritava que nem um bruto:
– Não ficou que nem uma cadela pra cima de mim… só termino contigo desmaiada! Tu vai sofrer! Vira de bruços! Agora!
Virei de bruços e ele começou a chupar meu cu. Cuspiu dentro e chupava. Eu rebolava e ele me segurava, quem ditava as regras era ele! Mordeu minha bunda que chegou a arder meu corpo e ordenou!
-Agora me chupa! Com vontade! Se arregar, vai tomar no cu sem modéstia!
Me fodi! Aquele pau era O caralho! Tinha pra mais de 25cm e uma grossura surreal! Como não me acovardo, o deitei na cama e chupei. Comecei por aquelas bolas enormes! Chupava uma de cada vez, enquanto alisava aquele cacetão, chupei até enfiar o saco todo na boca… beijei aquelas coxas grossas e comecei a lamber a cabeçona daquele pau, lambuzei aquele pau enorme, e comecei a enfiar goela a baixo, quase morri! Mas fui até o fim até ele gozar um rio de porra na minha cara!
-Parabéns, sua puta! Nem a vagabunda da minha mulher consegue isso! Agora vai tomar no cu e na buceta!
Ele começou a me comer de bruços, segurou meus braços e num ritmo frenético me comeu.
-Me fode! Me come! Acaba comigo, desgraçado! Faz direito!
-Eu não tô te comendo direito?
-Não, seu merda! Velho do caralho! Me come direito!
Ele aumentou o ritmo das estocadas, ficou violento! Dava tapões na minha bunda! Ele começou a me comer de quatro, me posicionei bem e ele começou a estocar... tirava tudo e depois colocava. Deu um cuspidão no cu e daí eu vi estrelas!
-Vai me rasgar! Tá doendo!
Ele não me deu bola e continuou. Mordi fronha e lençol pra conter a dor que foi dando lugar ao prazer. Enquanto me comia por trás, com os dedos, acariciava meu grelinho, eu só sentia um líquido quente escorrer pelas minhas pernas. Estava doida! Perdi as forças!
Quase desmaiando, ele gozando no meu cu. Desmaio de bruços e ele se joga do meu lado. Ele fez carinho nas minhas costas e me elogiou:
-Fazia tempo que não era tão bom. Minha filha pode te convidar mil vezes, visita boa é assim!
-Para de bancar o bonzinho e me come de novo!
-Tu vai te arrepender de pedir, não pede pra eu parar que eu fico nervoso
Me comeu num papai e mamãe delicioso. Aquele homem enorme, bruto e peludo em cima de mim me enlouqueceu.
-Ai meu Deus! Não pára! Por favor! Me come, me fode!
Ele estocava rapidamente, cruzei as pernas em cima dele e o empurrava o quadril. Ele odeia que ditem o ritmo, então segurou a minua cintura, praticamente me imobilizando e continuou a me foder
Geme puta! Diz que tá bom! Tu é minha agora!
Gemia alto, gritava!
Ele chupava meus peitinhos, roçava a barba suada e gozada por mim no meu pescoço e naquele vai e vem, gozamos juntos! O quarto ficou num cheiro delicioso de sexo, de porra, de suor… Ele deitou do meu lado e acendeu um cigarro, amo homens assim!
Depois chegou a minha amiga sozinha e mostrei o estado que o pai dela me deixou, ela ficou enlouquecida. Eu contei tudo pra ela! Adormeci na cama dela do jeito que o pai dela me deixou, gozada, cansada e suada. No outro dia, embarquei. Mas em janeiro viajo com essa família e vou dar um trato no papaizinho da Lucy!

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